O momento não era propício para investir na Estrutural. Enquanto intensificavam-se as políticas de remoção dos moradores e o comércio local sofria boicotes, em 1998, a costureira Sônia Mendes pensava em melhorias para a cidade. Primeiro montou um mercadinho com os familiares. O negócio foi um sucesso, mas não era o que gostava. Sentia saudades da linha e da agulha. Apostou, então, no trabalho manual. Reuniu 25 artesãos em espaços improvisados e criou, despretensiosamente, o projeto Mãos que Criam. Nove anos depois, mais de 300 pessoas já foram capacitadas para o mercado de trabalho e os produtos são vendidos até fora do Brasil.
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Artesãos rumo ao mercado de trabalho
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Aumenta fiscalização no Lixão
Após visitas ao Lixão, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recomendou ao Serviço de Limpeza Urbana (SLU) a proibição da presença de crianças no aterro. Mesmo com o cercamento da área e o reforço da segurança na entrada principal, os menores ainda conseguem dar um jeito de entrar, escondidos nas caçambas dos caminhões ou levados pelos próprios familiares. A Vara da Infância passará a fiscalizar o local, conforme mostra reportagem da TV Globo.
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Correspondências precisam ser buscadas
Falta de identificação nas residências e CEPs desatualizados dificultam a localização dos destinos das correspondências. A saída, então, é concentrar as entregas no Centro Comunitário, o que acarreta em filas e contas atrasadas. A administradora da Estrutural, Maria do Socorro Torquato, afirma que a necessidade de buscar as cartas será breve e pede agilidade aos moradores na atualização dos endereços, conforme mostra reportagem da TV Globo.
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Proibido adoecer à noite
Na Estrutural, as doenças devem ter data e hora marcadas. De dia, a prioridade no Posto de Saúde é de quem agendou a consulta com antecedência. À noite, os moradores torcem para não haver nenhuma emergência, já que, antes mesmo das 22h, horário de fechamento, se deparam com as portas trancadas. Nesses casos, a solução é tomar um ônibus até o Hospital Regional do Guará (HRGu). São pelo menos 20 minutos que, dependendo da situação, podem ser vitais.
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Casas destruídas antes da inauguração
Desocupadas e depredadas. Assim estão cerca de 300 casas construídas pelo Programa Brasília Sustentável, na Quadra 16. As habitações deveriam ser entregues há um ano, mas laudos do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e do Tribunal de Contas da União (TCU) apontam irregularidades ambientais e licitatórias na obra, o que acarretou no atraso. Enquanto não são ocupadas, assaltantes aproveitam para roubar alguns materiais, conforme mostra reportagem da TV Globo.
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Creche pega fogo na noite de quinta-feira
Um dos prédios de uma creche pegou fogo na noite de ontem. Duas salas, que continham livros e outros materiais, foram completamente danificadas. Segundo um morador, que passava no momento do incêndio, havia cinco botijões de gás no local do acidente. Conforme mostra a reportagem da Record, a creche estava fechada e ninguém ficou ferido. A polícia vai investigar as causas do episódio.
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Fim da ocupação da Viver
Após 17 dias trancados na sala da coordenação da Associação Viver, manifestantes deram fim à ocupação na noite de ontem. Apesar das diversas propostas elaboradas no sentido de tornar o desenvolvimento dos projetos da ONG abertos à comunidade, a Sedest e a Igreja fundadora não entraram em um consenso com os cerca de 15 voluntários que protestavam contra o atual estatuto.
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